Nesta matéria o que há a fazer é desmascarar o proselitismo gay (tal como o feminista) e o ateísmo militante, que frequentemente lhes anda associado, como uma fausse route que dissolve a sociedade, os seus valores de integração, as suas referências culturais permanentes, a sua eficácia económica, em suma a paz e coesão sociais. Vários modelos existenciais podem coexistir, desde que a norma social não seja contestada no seu papel de norma. Se os gays não se contentam com a liberdade e garantias de não-discriminação (objectivos legítimos e já largamente alcançados) e pretendem além disso dissolver as bases da sociedade, desconstruindo todas as narrativas da norma heterossexual, essencial à subsistência e são funcionamento desta, então arriscam-se a um backlash. Basta de proselitismos da panasquice. Nada de casamentos gay. Os meros contratos de parceria (pac’s, partnerships, etc.) salvaguardam utilmente alguns aspectos legais, sem macaquearem grotescamente o casamento. E sobretudo nada de adopções por paneleirões. As crianças precisam de um referente masculino e de um referente feminino e não devem ser envolvidas em grotescas experiências de engenharia de género, para satisfazer o ego exacerbado da paneleiragem irresponsável. Fora isso, os gays devem ser respeitados e não-discriminados. Mas devem sobretudo respeitar-se a eles próprios e não andarem permanentemente a vitimizarem-se e a inventarem paranoicamente homofobias… O nosso primeiro é um bom exemplo…
Eu só queria que alguns abandonassem a sua visão anuscêntrica do mundo: devem convencer-se que a sua peidola não é a coisa mais importante no universo. E já agora, elevar a discussão política do nível escatológico ao da cabeça e das grandes e nobres causas… Posso ?
dps de um ano inteiro a ver uma merdinha a contar os dias po enterro devo dizer q é uma grande lacuna este blog nao ter um unico post referente ao msm... mas que desilusao para os vossos seguidores...
4 comentários:
Nesta matéria o que há a fazer é desmascarar o proselitismo gay (tal como o feminista) e o ateísmo militante, que frequentemente lhes anda associado, como uma fausse route que dissolve a sociedade, os seus valores de integração, as suas referências culturais permanentes, a sua eficácia económica, em suma a paz e coesão sociais. Vários modelos existenciais podem coexistir, desde que a norma social não seja contestada no seu papel de norma. Se os gays não se contentam com a liberdade e garantias de não-discriminação (objectivos legítimos e já largamente alcançados) e pretendem além disso dissolver as bases da sociedade, desconstruindo todas as narrativas da norma heterossexual, essencial à subsistência e são funcionamento desta, então arriscam-se a um backlash. Basta de proselitismos da panasquice. Nada de casamentos gay. Os meros contratos de parceria (pac’s, partnerships, etc.) salvaguardam utilmente alguns aspectos legais, sem macaquearem grotescamente o casamento. E sobretudo nada de adopções por paneleirões. As crianças precisam de um referente masculino e de um referente feminino e não devem ser envolvidas em grotescas experiências de engenharia de género, para satisfazer o ego exacerbado da paneleiragem irresponsável. Fora isso, os gays devem ser respeitados e não-discriminados. Mas devem sobretudo respeitar-se a eles próprios e não andarem permanentemente a vitimizarem-se e a inventarem paranoicamente homofobias… O nosso primeiro é um bom exemplo…
Eu só queria que alguns abandonassem a sua visão anuscêntrica do mundo: devem convencer-se que a sua peidola não é a coisa mais importante no universo. E já agora, elevar a discussão política do nível escatológico ao da cabeça e das grandes e nobres causas… Posso ?
Tem que ser muito homem para se dizer homossexual com a boca cheia!
dps de um ano inteiro a ver uma merdinha a contar os dias po enterro devo dizer q é uma grande lacuna este blog nao ter um unico post referente ao msm...
mas que desilusao para os vossos seguidores...
cambada de censuradores! os coments que nao vos interessa sao apagados.. nao ha direito...
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